Não tem nada mais estressante na vida de uma gestante que imaginar ocorrer um descolamento da placenta, a diminuição do líquido amniótico ou que a bolsa estoure antes do tempo. Confira neste artigo alguns cuidados que podem ajudar a evitar um parto prematuro.

Mantenha a pressão controlada: As gestantes que já tinha problemas de hipertensão antes de engravidar ou que tenha desenvolvido a pré-eclâmpsia devem ficar atentas. Pois, a pressão alta é um dos principais problemas que leva ao parto prematuro. Por isso, a gestante deve sempre esta verificando em todas as consultas de seu pré-natal a sua pressão e observar alguns sinais de alerta que são o inchaço nas pernas, mãos e rosto. A melhor forma de tratar a hipertensão durante a gestação é monitorando o desenvolvimento do bebê, tomando as medicações e repousando. Uma observação interessante quanto à pré-eclânpsia é que ele ocorre com maior incidência na primeira gravidez ou no primeiro filho caso ela mude de parceiro.

Problemas cardíacos: Caso a gestante tenha problemas cardíacos pode ser que o sangue que circula pela placenta possa se comprometido. Com isso, o feto se desenvolve menos, pois recebe poucos nutrientes e oxigênio. As gestantes que possuem cardiopatias nem sempre consegue completar os noves meses da gestação, pois o aumento do volume de sangue durante a gravidez faz com que o coração trabalhe mais. Por isso, é importante está em alerta e preparada caso seja necessário uma interrupção caso a vida do bebê ou da gestante esteja em risco. As gestantes cardiopatas devem ir com maior frequência ao seu obstetra e ao seu cardiologias, além de bastante repouso para uma gestação segura.

A bolsa rompeu? E agora! A bolsa quando se rompe a gestante tem a sensação que está vazando xixi. Nesse momento é imprescindível que a gestante vá imediatamente para a maternidade, pois o bebê pode nascer. Caso a gestante tenha mais de 34 semanas, o parto irá ocorrer imediatamente. Agora, caso ocorra antes desse período, os médicos tentarão inibir o parto, a menos que existam sinais se sofrimento ou infecção. Caso a gestante consiga esperar, ela ficará internada e o feto será monitorado por todo tempo.

Mulheres acima de 35 anos! Boa parte dos partos prematuros ocorre em mulheres que possuam mais de 35 anos. Isso ocorre devido ao aumento do risco de doenças como hipertensão, obesidade e diabetes em mulheres de idade avançada. Agora, caso a sua saúde esteja em dia, não tem com que se preocupar com esse risco, apenas haja de forma preventiva e controle o nível de açúcar no sangue, faça exercícios regulares e mantenha o seu peso adequado.

Gestante com diabetes fique atenta! Se você é diabética ou teve diabetes gestacional deve ficar atenta ao nível de açúcar no sangue. Por isso, deve ter uma dieta balanceada, diminuir o consume de carboidratos e fazer o uso da insulina de forma correta. Caso o diabetes não esteja sobre controle poderá ocorrer o aumento do líquido amniótico, fazendo com que o bebê cresça de mais. Com isso, ocorrerá uma distensão excessiva do útero, que irá estimular as contrações e um parto prematuro.

Fibronectina o inimigo das gestantes: A fibronectina é uma substância produzida pelo feto, que alerta se existe perigo de um parto prematuro. Para saber se o nível de fibronectina se encontra normal no corpo da gestante, será necessário fazer um simples exame de sangue, com amostra do sangue materno. As gestantes que já passaram por um parto prematuro, deve sempre verificar a concentração da fibronectina no sangue.

Hidratação é fundamental para a gestante: As gestantes que sofrem de insuficiência placentária ou desidratação materna podem sofrer com um parto prematuro, devido ao nível do líquido amniótico presente no útero. Caso, o problema não seja sério, a gestante deve fazer bastante repouso e beber 2 litros de água diariamente.

Esperando Gêmeos: As gestantes que estão esperando por gêmeos, provavelmente não irá ultrapassar da 36 semanas e a de trigêmeos da 34 semanas, pois como falta espaço dentro do útero, devido a distensão máxima que ele alcança, começa a ocorrer as contrações. Já as gestantes que estão esperando apenas um bebê e comece a sentir as contrações antes de 36 semanas, deve ficar em repouso absoluto. O médico que acompanha a sua gestação poderá indicar uma medicação, como a progesterona para adiar o parto.

Exames de sangue e de urina constante não são à toa! Como o risco de sofrer infecções durante a gravidez é bem maior, devido ao número de hormônios que se elevam durante a gestação. É muito comum a gestante passar por alguma infecção urinária ou gengival. Quando ocorre uma infecção o nosso produz a prostaglandina, que sensibiliza o útero, permitindo que ocorram contrações. A melhor forma de combater as infecções é com antibióticos, mas caso seja necessário o seu obstetra associará a medicação com um inibidor de contrações para você não sofra um parto prematuro. Lembrando que nem sempre é garantindo esse procedimento.