Como se não bastasse toda a preocupação com o Zica vírus e a microcefarial, mais uma doença chegou para preocupar as gestantes. A gripe H1N1, chegou e vem colocando as mulheres no grupo de risco.

Afinal, as gestantes entram no grupo de risco?
Segundo especialistas as gestantes são considerados um grupo de alto risco para a infecção, pois durante a gravidez imunidade se encontra mais baixa e qualquer infecção acaba sendo adquirida com mais facilidade e ainda por cima os seus sintomas são ainda mais graves, as gestantes devem tomar bastante cuidado.

O que a gripe H1N1 causa na gestante e no bebê?
O principal risco para a gestante que contraiu o H1N1 durante a gestação é ter uma pneumonia ou entrar em trabalho de parto prematuramente. Além disso, as gestantes podem sofrer com outros problemas respiratórios já que ele se encontra debilitado, como por exemplo, a bronquite e a asma.

Em alguns estudos recentes já foram comprovados que as gestantes que tomaram a vacina H1N1 diminuíram o risco de 51% da morte fetal. MAS apesar de não ter nenhuma relação específica entre a gripe e a morte fetal, pesquisadores acreditam que a imunização durante a gravidez, que se trata do tipo inativo do agente infeccioso “morto” irá ajudar a combater a doença e diminuirá o risco de complicações durante a gestação.

Vale ressaltar que as gestantes têm prioridade para receber a vacina, pois possuem rico elevado para internação e até mesmo morte, quando comparado com pessoas idosas.

Quais os principais sintomas do H1N1 durante a gravidez:
– Febre superior a 38°;
– Dores musculares e articulares;
– Dores de cabeça;
– Coriza;
– Tosse;
– Cansaço;
– Arrepios;
– Diarreia.

Caso você sinta algum desses sintomas e esteja grávida, procure uma unidade de saúde para que o tratamento seja iniciado o quanto antes.